Festival de Publicidade de Gramado

•28/05/2009 • Deixe um comentário

festivalgramado

Semana que vem tem início a edição do Festival Mundial de Publicidade de Gramado de número dezessete. É considerado o terceiro maior do mundo e o primeiro maior da América Latina. É o único realizado em três idiomas (português, inglês e espanhol).

O evento será presidido pelo publicitário Alexandre Brandão Skowronsky e ainda contará com Washington Olivetto como patrono.

Vou ter o privilégio de participar do festival, além de conhecer a belíssima cidade de Gramado, no Rio Grande do Sul.

Preparem os casacos e vamos para a terra do chocolate!

Comercial para o Colégio Motiva

•22/05/2009 • 9 Comentários

Há um tempo atrás tive a oportunidade de participar de um trabalho junto ao Colégio Motiva, colégio particular de sucesso em João Pessoa e Campina Grande. Na ocasião, produzimos uma campanha a ser veículada no final do ano passado e que tinha o objetivo principal de fidelizar os clientes, que foi o que detectamos através do briefing desenvolvido junto ao próprio colégio.

O vídeo mostra um comercial institucional que criamos com a ajuda de amigos, já que se tratava de um trabalho acadêmico e não tinhamos verba disponível.

Definições do Merchandising

•19/05/2009 • 4 Comentários

coca_umcaio

Sabe aquela novela que a protagonista aparece usando tal linha de produtos de beleza? Ou ainda a latinha da Coca que apareceu naquele filme? Pois bem, a ação é chamada comumente de “merchandising” por profissionais e leigos.

Entretanto há controvérsias quanto à utilização do termo. Quando se consultam obras clássicas das técnicas da propaganda na área de promoção, pouco se encontra sobre o merchandising. Destaquei algumas das principais definições:

1. American Marketing Association (AMA): merchandising é a operação de planejamento necessária para colocar no mercado o produto ou serviço certo, no tempo certo, no lugar certo, em quantidades certas e a preço certo.

2. Blessa (2001) afirma: merchandising é qualquer técnica, ação ou material promocional usado no ponto-de-venda que proporcione informação e melhor visibilidade a produtos, marcas e serviços, com o propósito de motivar e influenciar as decisões de compra dos consumidores.

3. Rabaça (Rabaça e Barbosa, 1978): merchandising é o conjunto de operações de planejamento e de supervisão da comercialização de produtos e serviços nos locais, períodos, preços e quantidades que melhor possibilitarão a consecução dos objetivos de marketing.

4. Ainda Rabaça: merchandising é o termo que designa, em mídia, a veiculação de menções ou aparições de um produto, marca ou serviço ao consumidor, em programa de televisão ou rádio, filme, espetáculo teatral etc.

Dentre essas, apenas a última representa a ideia que a maioria tem do que vem a ser o merchandising, ou seja, o merchandising televisivo, também conhecido como tie-in (do inglês, tie que significa “amarrar” e in, que quer dizer “dentro de”) . Sendo que os autores que trabalham com promoção rechaçam a ideia de merchandising como sendo a inserção da marca em um espaço de mídia não publicitária.

O fato é que é justamente esta última definição que mais se faz presente na mente da população brasileira sobre o que vem a ser merchandising.

O tie-in tem início coincidentemente com o desenvolvimento da economia brasileira, através de famosos que realizam programas em rádio e TV e sugeriam a utilização de determinado produto ou serviço. Com o tempo, foi ocorrendo um desenvolvimento na área e o merchandising invadiu programas de auditório e telenovelas. Em 1969 ocorreram as primeiras experiências de merchandising televisivo em telenovelas, em Beto Rockfeller, de Bráulio Pedroso, na TV Tupi. Na cena, o protagonista que possuía o mesmo nome da telenovela, interpretado pelo ator Luís Gustavo, aparecia de ressaca e tomava um efervescente Alka Seltzer, da Bayer.

Qual a sua concepção de merchandising? Você já conhecia as controvérsias relacionadas às diferentes definições?

Gostaria de agradecer os comentários nos posts anteriores, principalmente aos que contribuiram analisando a marca do ERERP. Muito bom ter os próprios participantes do encontro colaborando.

Campanha das Eleições 2008

•17/05/2009 • 3 Comentários

Há cerca de um ano atrás a Justiça Eleitoral lançava na televisão a campanha do TSE, criada pela W/Brasil. Eram quatro vídeos que ilustravam problemas de personagens nada comuns. Tinha o rapaz que sapateava, a mulher que andava em círculos, o homem com uma abelha no ouvido e o outro que se emocionava com o toque do celular. Todos eles sofriam de um problema durante o período de 4 anos, mesmo tempo de um mandato político.

A campanha teve um feedback altamente positivo. Era aliviador poder assistir peças tão boas em meio ao horário político, que sempre foi tão chato.

Resolvi postar aqui um vídeo, parodiando a campanha (exemplo de intertextualidade), que serviu como trabalho para uma disciplina do meu curso de Publicidade. O resultado foi bem legal e eu encaminhei, inclusive, ao pessoal da W/Brasil. O Marcelo Conde, redator da campanha, respondeu dizendo que ele e o pessoal da criação gostaram muito do trabalho. Espero que lembrem de mim quando eu enviar o meu currículo para lá. (rs)

Segue o vídeo que é interpretado por mim e, coincidentemente, tem o personagem chamado Caio. ;D

“Oi Síntese, meu nome é Crônica”

•16/05/2009 • 8 Comentários

intertextualidade

Uma das possibilidades mais interessantes que eu observo nos textos é a presença da intertextualidade, que nada mais é do que o diálogo entre um texto e outro. Comum em textos publicitários, a compreensão da intertextualidade está diretamente ligada à bagagem cultural do receptor. Quando se faz alusão a determinado fato que causou grande repercussão, por exemplo, a publicidade faz uso desse processo para atrair a atenção do consumidor.

Mais do que nunca a intertextualidade se faz presente em textos criativos, exigindo um “conhecimento de mundo” de quem escreve em sintonia com o de quem lê. Lembrando que imagem também é um texto.

Você já deve ter percebido que aqui no blog existem inúmeras palavras linkadas à imagens que, na maioria das vezes, transmitem ironia ou fazem alguma alusão, proporcionando um efeito de intertextualidade a quem visita o blog.

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Axe Instinct – Making Off

•13/05/2009 • 8 Comentários

axeClique na imagem para assistir ao Making Off

Vídeo muito interessante que mostra o duro processo de produção do vt que compõe a campanha do Axe Instinct, que foi veiculado recentemente na televisão. O vídeo revela ainda alguns detalhes do briefing da campanha, bem como alguns truques usados no processo de produção, que foi extenso.

Ao fim do vídeo é possível rever o resultado do trabalho.

ERERP NE 2009

•13/05/2009 • 16 Comentários

No início do mês, foi realizado o I Encontro Regional dos Estudantes de Relações Públicas do Nordeste. Organizado por alunos de Relações Públicas da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), o evento foi sucesso e atingiu as expectativas.

Fiquei feliz em fazer parte da organização e esse é o VT em cartela com duração de 30″ (os cinco segundos finais são dedicados aos apoiadores) que eu produzi para a divulgação do evento pela internet, convidando graduandos de todo nordeste. Desenvolvi também a logomarca do encontro.

Aos que participaram,  muito já foi perguntado sobre o evento em si. Lanço uma outra pergunta relacionada à identidade visual do encontro. O que vocês acharam da marca ERERP? Já ouvi alguns comentários relatando a falta de valorização da marca durante o evento. Lanço esse questionamento aos que participaram.

Blog, pra que te quero?

•12/05/2009 • 7 Comentários

digitando

Para que serve um blog? Existem várias finalidades. Alguns o utilizam como um diário pessoal online, outros podem usá-lo como ferramenta de comunicação entre pessoas com determinado interesse em comum. Os objetivos podem ser os mais variados: há grávidas que fazem uso do blog para registrar todo o processo da sua gravidez, por exemplo. Um blog pode servir até como currículo para profissionais com interesse de atuar na área redativa.

Eu gostaria de deixar claro qual o objetivo deste blog, mas ainda nao formulei um parágrafo inteligente que convencesse você a voltar outro dia e fazer uma segunda visita. Mas, de antemão, posso adiantar que o assunto que será discutido nos próximos posts é suficientemente capaz de despertar interesse em qualquer um. A Propaganda.

Não precisa gostar de propaganda para apreciar aquele comercial que passou na televisão que quase te fez chorar, ou aquele que te matou de rir, ou ainda aquele que te fez chorar e rir ao mesmo tempo. Não elucidei um objetivo, mas já registro minha dedicatória. Dedico o blog aos publicitários. Artistas capazes de eternizar trinta segundinhos em nome de um anunciante.

E o seu blog? Com qual finalidade ele foi construído? Deixa um comentário, respondendo.

Um abraço e até a segunda visita. Não é? :D